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22 de outubro de 2014
30 de maio de 2014
Depois (II)
Uma semana Depois disto, o carro que me foi "resgatar" à picada partiu o eixo da direcção.
1, 2, 3, Diga Soyo Outra Vez
1, 2, 3, Diga Soyo Outra Vez
24 de maio de 2014
Depois
Depois de mobilizado em menos de 24 horas
Depois de uma avionagem de 7 horas
Depois de combinar a partida para o destino final às 7h00
Depois de desconseguir partir
Depois de combinar a partida para o dia seguinte às 6h00
Depois de desconseguir partir outra vez
Depois de andar no trânsito caótico sem necessidade durante 2 horas
Depois de ficar apeado em plena picada ao fim de 8h30 de viagem porque o carro avariou
Depois de prometer uma gasosa a um aldeão para guardar o carro
Depois de ser transportado por outro carro durante 3 horas
Depois de 11h30 de viagem
1, 2, 3, Diga Soyo Outra Vez
21 de maio de 2014
17 de abril de 2014
Tão Longe e Tão Perto
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Quotidiano
6 de março de 2014
8 de fevereiro de 2014
Sinais dos Tempos
A propósito da presença de muitos chineses em Angola e da sua boa adaptação à cultura local ouvi na rádio uma história que se terá passado em Luanda há uns dias atrás e que é mais ou menos assim:
"Numa disputa de trânsito entre um chinês e um angolano acerca de que tem teria prioridade num cruzamento, ao conseguir safar-se primeiro, o chinês abriu o vidro do carro e gritou para o angolano:
- VAI P'LÁ TUA TELA!"
"Numa disputa de trânsito entre um chinês e um angolano acerca de que tem teria prioridade num cruzamento, ao conseguir safar-se primeiro, o chinês abriu o vidro do carro e gritou para o angolano:
- VAI P'LÁ TUA TELA!"
5 de fevereiro de 2014
Desconseguir viajar... e mesmo assim conseguir
No pouco tempo que passou desde que aterrei em Angola já deu
para perceber que existe uma perspectiva perante os problemas que até aqui me era estranha.
Conforme me explicaram à minha chegada, aqui é tudo normal. Até o que não é normal, passa a ser.
Conforme me explicaram à minha chegada, aqui é tudo normal. Até o que não é normal, passa a ser.
Uma das principais causas desse estado de espìrito (no fundo é isso mesmo) tem a ver com um fenómeno que aqui se manifesta em praticamente todas as situações que se pode designar por Desconseguir (ver aqui).
Acontece que aqui nada é garantido e nem sempre o que parece fácil... é fácil.
Mas o que é certo é que de revés em revés as coisas mais ou menos vão funcionando (embora mais para menos do que para mais).
Aliás, a viagem que dá origem a este post é consequência de uma série de circunstâncias, episódios caricatos, peripécias e imprevistos, enfim, "encanzinanços". E dos grandes.
Acontece que aqui nada é garantido e nem sempre o que parece fácil... é fácil.
Mas o que é certo é que de revés em revés as coisas mais ou menos vão funcionando (embora mais para menos do que para mais).
Aliás, a viagem que dá origem a este post é consequência de uma série de circunstâncias, episódios caricatos, peripécias e imprevistos, enfim, "encanzinanços". E dos grandes.
O que é facto é que eu tinha um programa estabelecido.
Esse programa era bastante simples e consistia em ir do Soyo a Luanda para estar presente numa reunião.
Tanto a ida para Luanda, como a vinda para o Soyo seriam feitas de avião na TAAG, viagem que não demoraria mais do que 1 hora.
No entanto, devido a um conjunto de desencontros, situações caricatas e falhanços alheios que talvez um dia venha a contar, o regresso fez-se por terra, de carro, num percurso com extensão total de 420 km, dos quais 170 km (os últimos) em picada.
Foram 7 horas sem parar.
Lamentavelmente o registo fotográfico terminou por falta de bateria pouco depois de passar por Nzeto (mais ou menos a meio da viagem), pelo que não foi possível ilustrar as últimas 3 horas de viagem, 2 delas feitas na escuridão absoluta da noite (parecido com isto, mas com o terreno muito acidentado).
Eis algumas fotos da viagem.
À partida de Luanda.
Saindo de Luanda.
A caminho da Barra do Dande.
Na Barra do Dande (Provincia do Bengo).
A caminho de Nzeto.
Chegada a Nzeto (Província do Zaire).
Saída de Nzeto.
A caminho do Soyo.
A picada ali ao fundo.
Início (fim) da picada.
E depois foram só mais 3 horas... mas cheguei.
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4 de fevereiro de 2014
'Bora a Cabo Ledo
A praia do Surfista em Cabo Ledo, fica a cerca de 2 horas de viagem de Luanda em direcção a Sul. É o ponto de fuga de fim-de-semana de muitos portugueses residentes na capital angolana. Tinha que a conhecer.
as do rio Kwanza,
as da vila piscatória junto a Cabo Ledo,
e claro, as da praia do Surfista. Água morna, límpida e
ambiente familiar.
Só faltou uma sesta ali como a do Lanzão. Eu tinha razão (aqui).
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