14 de janeiro de 2014

Editorial

Inaugurada que está a casa, vamos a saber do que nela eventualmente se gastará.

Para começar há que dizer que esta é, com certeza, uma casa portuguesa, tradicional, asseada (vamos a ver), de gente de boas intenções, cujo principal mote de vida é a família e que por ela e para ela tudo fará.

Como em todas as casas e como em todas as vidas, nem sempre tudo correrá bem e nem sempre se estará tão presente quanto se deseja estar.

Mas como em todas as boas casas, o que se fizer, far-se-á com gosto.

Na agenda constará de tudo um pouco. Naturalmente escrever-se-á mais de uns temas do que de outros.

Será, espera-se, uma espécie de... logo se vê o que será (ou talvez nem isso).

Falar-se-á de música, de lugares, de viagens, de futebol (bola é o termo mais correcto), das situações do quotidiano, de efemérides, enfim, do que se proporcionar. 

No fundo, dos lugares comuns do costume.

Só que vai ser a nossa casa. 

Seja lá o que isso for.

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